sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Natal



O que não coube
Dentro do meu coração
Minha alma adormecida
Despertou para uma loucura
Uma elegância
Em pleno sentido
Do que fui e do que serei
Sentirei o que não coube
Mas guardei para sempre.
Paulo Gomes

Garrafas manchadas



O Rio que eu amo



MANDALA



sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Primavera



NADA MAIS

Nada mais
Do que uma lua brilhante
Nada mais
Além de uma linha reta
A agitar e cessar a superfície do mar
Nada mais sai além de um vapor
Das profundezas de minha mente
Nada mais restou
Nada mais.
Paulo Gomes

Sou um artista meio filosofo meio poeta, que acredita na vida numa perspectiva coletiva. A felicidade é subjetiva, mas a vida da gente é única e devemos fazê-la interessante.